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América, de autor desconhecido, ambientado em Puebla, no México, em 1822. Há suposições não comprovadas de que ele se baseie num argumento esboçado por Salvador de Mendonça. América é o nome de uma das personagens, e não do continente. Não se encontrou música alguma para esse libreto que – ao contrário do que já se afirmou –, não tem relação nenhuma com o do Colombo.

Celeste, de Ghislazoni, que não chegou a ser musicado.

Cromwell, de autor desconhecido, ídem.

Emma di Catania, atribuído a Ghislanzoni, ídem. Redigido provavelmente na época do Salvator Rosa.

Ezzelino da Romano (1889), de Gino Gerosa, passado no século XIII em Verona e Pádua. Sem música.

– a já mencionada Kaila, de autor desconhecido, de que há referência numa carta de 1º de dezembro de 1894 a seu amigo o escritor Alfonso Mandelli; mas não se encontrou música alguma para ela.

La Canzone di Miro, de autor desconhecido, sem data, passado na Giudecca veneziana e com trechos em dialeto vêneto; sem música.

Le Maschere, de Ghislanzoni, que ficou longos anos nas mãos do compositor até que, em 1877, o libretista se irritou e pediu-o de volta; sem música.

Leona, de autor desconhecido, talvez de Ghislanzoni.  

Marinella (1872), de Ghislanzoni; sem música.

Os Mosqueteiros (1871), de D’Ormeville, apresentado a Carlos Gomes logo após a estréia do Guarani. No Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro há manuscritos para canto e piano, de difícil leitura, de partes do ato I e fragmentos do II dessa história de intrigas amorosas, passadas na corte de Luís XIII.

Moema, de Alfredo D’Escragnolle Taunay, de que falamos na parte deste capítulo referente ao Escravo.

Morena, de autor desconhecido, com manuscritos guardados no MHN do Rio, datados de 11 de outubro de 1887 – mas essa data pode ter sido acrescentada posteriormente por Ítala Gomes, ao organizar os documentos deixados pelo pai. Na Sevilha de 1560, o estudante Don Ramiro, filho de um dos Grandes de Espanha, Don Pedro de Granada, apaixona-se pela cigana andaluza Morena. Essa era a ópera prometida ao empresário Mario Musella, que não perdoava a Carlos Gomes o não cumprimento do contrato. Em 1998, quando a São Paulo ImagemData falou na recuperação de Joana de Flandres, anunciou-se também que o musicólogo mineiro Luís Gonzaga de Aguiar estava trabalhando na restauração de Morena.

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