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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 10 / 47

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Outra indagação, culminada com taxativa afirmação, vamos encontrar em I Coríntios, Capítulo 6, Versículos 9 e 10: Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Por isso, não erreis, pois nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino dos Deus". Pelo andar dessa carruagem, Sr. Presidente, não tenho dúvida de que a promiscuidade, a intolerância e a descrença que um dia foram as causas para a destruição de Sodoma e Gomorra, bem como o podre que um dia pairou sobre o reino da Dinamarca, de novo se espalham como nuvens sobre nossas cabeças. Precisamos urgentemente, sem medo e sem tolerância, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e também da honra e da dignidade, continuar a luta sem trégua de separação do joio do trigo. Não podemos cruzar os braços diante da gravidade desse e de tantos outros fatos, em que tudo que é moralmente condenável e eticamente inaceitável seja banalizado, a ponto de se tornar lugar comum na sociedade. Um bom plantio e uma boa colheita só são possíveis quando isentos de ervas daninhas. Nosso povo não merece tanta violência, tanta iniqüidade, tanto desprezo. Como teremos coragem de olhar nos olhos de nossos filhos, quando deixarmos de cumprir nossas obrigações mais triviais, como a de lhes ensinar o bom caminho, a retidão de caráter e o viver com honra e dignidade? Como dar a nossas crianças os ensinamentos de Deus, se na prática não os cumprimos? Como explicar para nossas crianças que, enquanto filhas de Deus, devem abominar a concupiscência, a prostituição, a ignomínia, a lascívia e o homossexualismo, mas como pessoa humana tudo isso é normal e aceitável? É uma piada, Sr. Presidente. Aliás, de extremo mau gosto e de conseqüências inimagináveis.

Aceitarmos isso é o mesmo que acendermos o estopim de uma bomba sem a mínima idéia de seu potencial destruidor e do momento de sua explosão. Não nos é permitido, principalmente a nós que recebemos do povo o direito de representá-lo e de traçar os caminhos que todos seguiremos, obrigar goela abaixo da sociedade o que a maioria rejeita e definitivamente não aceita.

Não podemos empurrar nossos filhos a um modismo vil ou à aceitação de comportamentos imorais, pervertidos e vulgares, como se estes fossem socialmente normais. Não é direito de nenhum ser humano decente e temeroso a Deus propositadamente praticar ações que visam à destruição da família, a base de toda a sociedade sadia e progressista. A meu ver - e digo isso em nome da imensa e esmagadora maioria dos brasileiros -, nosso papel social deve, antes de quaisquer outros princípios, ser regido pelos mandamentos divinos. Após estes e com eles, devemos estar sempre voltados à promoção da defesa dos bons costumes, da moral, da ética, do amor ao próximo e do respeito à família e aos seus semelhantes. Esses, sim, são comportamentos e atitudes que consolidam a base do equilíbrio de qualquer sociedade no mundo. Minha preocupação, que é a da maioria das famílias cristãs em solo pátrio, é de muito tempo. Estive várias vezes nesta tribuna para alertar nosso povo e os colegas Parlamentares sobre esse movimento que, a bem da verdade, nasceu no estrangeiro e rapidamente se espalhou pelo mundo, levando apreensão para as pessoas moralmente equilibradas e conscientes de como criar seus filhos e manter suas famílias na paz, no amor, na harmonia e na dignidade.

Somente no ano passado aqui estive para manifestar meu repúdio às matérias publicadas pelos jornais Folha de S.Paulo, dos dias 19 e 23 de junho, e Correio Brasiliense, do dia 22. As matérias, naquelas datas, noticiavam que o mesmo Ministério da Saúde, que hoje financia esse abominável livro, iria distribuir preservativos nas escolas de ensino médio a crianças e adolescentes acima de 14 anos.

Naquela época indaguei ao Sr. Ministro se não havia outra alternativa de combate a doenças transmissíveis a não ser distribuir "camisinhas" às crianças. Fiz também a reflexão de que a distribuição de preservativos, antes de ser compreendida como ação de combate a doenças, poderia mais facilmente ser entendida como incentivo à promiscuidade. Perguntei a S.Exa. se, antes de tomar a decisão, mandara fazer um estudo pedagógico, um diagnóstico apurado e consistente sobre a real compreensão dessas crianças acerca de tão polêmico assunto. Não obtive nenhuma resposta. A par disso, continuo firme na crença de que, desde aquela época, nossas crianças estão sendo transformadas em cobaias para um estudo no mínimo irresponsável, que poderá trazer conseqüências desastrosas para sua formação moral e social. Em junho de 2003 aqui estive para lamentar outra notícia publicada em primeira página no jornal Folha de S.Paulo, segundo a qual uma parada de homossexuais reuniu em São Paulo cerca de 800 mil pessoas. O "espetáculo" contou com o apoio e o incentivo de dezenas de autoridades nacionalmente reconhecidas. Novamente aqui estive para lamentar o fato de a Câmara dos Deputados permitir em seus recintos sessão solene para marcar no País o Dia do Orgulho Gay. Uma lástima, para dizer o mínimo. O fato foi repudiado por milhões de famílias brasileiras, que se estarreceram com a atitude do Legislativo. Por tudo isso, em minha consciência lateja, insistente, o pensamento de que algo planejado foi posto em marcha, alguma coisa ruim, minuciosamente orquestrada, cuja raiz não percebo ainda, mas sei aonde quer chegar. Comparo esse acontecimento com o comportamento de uma serpente faminta: com tempo e paciência espreita a vítima, oculta-se na vegetação, prepara o bote. Finalmente, morde e envenena a vítima, para seu mórbido deleite. Volto ao início dos tempos e recorro à Bíblia para continuar tendo forças no desenvolvimento de meus conceitos. Em Gênesis, 1.27, está escrito: "E criou Deus o homem à sua imagem; macho e fêmea os criou". Mais ainda, Deus vaticinou: "Frutificai e multiplicai-vos; e enchei a terra (...)". Ora, Sr. Presidente, fomos, desde os primórdios, homens e mulheres, machos e fêmeas. Querem, agora, uma terceira espécie, um terceiro gênero. Indago a quem queira ouvir e refletir: não será esse terceiro gênero fruto da insensatez do homem sem fé, que, pretensioso em fazer-se divino, distorceu a natureza, pensando com isso preencher o vazio de seu ego megalomaníaco? Reafirmo que daqui a pouco, pelo jeito que as coisas caminham, esse

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