X hits on this document

Word document

3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 11 / 47

173 views

0 shares

2 downloads

0 comments

11 / 47

pretensioso homem sem fé dirá que a Teoria da Evolução está errada e que a última das espécies não é o homo sapiens, mas sim o homossexual. Um passo mais à frente e - acreditem, pois não estou exagerando - outros setores também reivindicarão novos gêneros, isto é, o gênero dos corruptos, dos estelionatários, dos pedófilos etc.; todos apresentando como justificativa o fato de serem "naturalmente" aceitos pela sociedade e, portanto, passíveis de legalização. Sr. Presidente, meus nobres colegas, antes que os ventos da incompreensão assoprem sobre mim, quero deixar bem claro e dizer alto e bom som que minhas palavras são isentas de quaisquer conotações de preconceito ou de pura maledicência. Não são! Minha intenção é exclusivamente fomentar o debate com mais profundidade sobre determinados fatos que, pela velocidade com que ocorrem e pela forma com que são expostos, ferem os princípios de milhões e milhões de brasileiros e deixam indignadas milhares de famílias cujos comportamentos e maneiras de ser e de agir são cruel e bruscamente ofendidos. Somos, os brasileiros, de profunda formação ética e cristã. Nossos princípios estão indelevelmente enraizados na alma. É preciso cautela, muita reflexão e diagnóstico apurado sobre quaisquer iniciativas que digam respeito à formação de nossas crianças e jovens, para a manutenção dos princípios básicos que sempre nortearam a sociedade brasileira. Não podemos permitir que determinados temas, principalmente quando dizem respeito à moral, à ética e aos bons costumes, sejam banalizados, a exemplo do que já ocorre com outros tipos de violência no Brasil. Se permitirmos todas essas coisas pelo simples fato de coexistirem conosco, se tudo isso aceitarmos apenas porque alguns "intelectuais" (entre aspas) se julgam normais ou porque alguns setores ditos sólidos possuem reconhecimento oficial - vou usar agora um ditado popular para dizer o que diria nosso povo mais simples -, "poderemos dar com os burros n'água". Em síntese, tais permissões, sem o respaldo popular e contrariando a vontade mais perfeita do povo, apenas insuflarão mais violência e menos amor próprio. Relembro que, desta mesma tribuna, já faz algum tempo, eu disse aos meus nobres pares que, se V.Exas. considerarem que para a sociedade brasileira as chacinas são naturais, que morrer no trânsito é uma normalidade, que prostituição é da essência humana, que corrupção é fato corriqueiro, que seqüestro pode ser encarado como rotina social ou que a celebração de casamento de um homem com outro homem é normal, retiro este meu pronunciamento. Mas se imaginam que tais atos são abomináveis ou são crimes e merecem de todos nós repúdio e condenação, clamo aos senhores, com todas as minhas forças, para que nos unamos a fim de impedir o crescimento da promiscuidade e da iniqüidade entre nós. Somente assim, unidos no desejo e na força que eleva para o alto, poderemos semear a paz, a solidariedade, a harmonia e a felicidade entre o povo e, de uma vez por todas, implementar a justiça, a honra e a dignidade em nosso meio. Isaías nos ensina, no Cântico do Vinhateiro, Capítulo 5, Versículo 20: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal; que fazem da escuridão luz e da luz escuridão; que põem o amargo por doce e o doce por amargo". Sábias palavras, que guardam ensinamentos os mais profundos, que servem para a avaliação das mais variadas ações humanas e que nos fazem quedar em reflexão. Fôssemos realmente sensíveis o suficiente para a compreensão em profundidade dos 10 mandamentos divinos, jamais precisaríamos de quaisquer leis ou normas. Tivéssemos nós, humanos, a humildade de permitir fluir para dentro de nossos corações os ensinamentos sugeridos no Sermão da Montanha, jamais estaríamos aqui a discutir o certo e o errado, o bem e o mal. A verdade é que o homem deixou-se desviar dos mandamentos. Desvirtuou-se por atalhos, deixando de trilhar o verdadeiro caminho. O resultado não poderia ser outro e está à nossa frente, escancarado, vestido com o manto da iniqüidade, da imoralidade, da pouca vergonha, da degeneração e da degradação social, com sérios reflexos na família e no ser humano. O mal, que parece ter perdido o freio entre nós, desce ladeira abaixo, arrastando consigo tudo e todos. Esse mesmo mal parece ter conseguido assento cativo nos centros dos Poderes constituídos do mundo. Onde quer que olhemos, lá está o mal a disseminar a discórdia e a miséria, não poupando velhos nem crianças. Amanhã, se hoje não tivermos forças para acordar e dar um basta ao avanço sem precedentes desse mal, talvez seja tarde demais. Esse mal está na arma escondida que o aluno leva para a sala de aula; na liberalidade sexual; na disseminação de comportamentos libidinosos; na moça e no moço que prevaricam e chafurdam no falso prazer promíscuo; no homossexualismo, no lesbianismo, na pederastia, na sodomia e na pedofilia. Esse mal, sem o mínimo respeito e certo da impunidade, está em nossos meios de comunicação, quando propagam a mentira, a lascívia, o incentivo ao alcoolismo, a usura, e em mil coisas mais que são um desserviço para a Nação e negativas para a formação moral de nosso povo, em particular as crianças e os adolescentes. Precisamos saber que bem e mal são condições a nós impostas, diante das quais precisamos equilibrar ações, quantificar valores e, diuturnamente, celebrar ações de graças a cada instante em que o bem supere o mal.

Vale ressaltar, Sr. Presidente, as palavras proferidas pelo Dr. Paul Cameron, respeitado psicólogo norte-americano. Conforme foi publicado na revista Defesa da Fé, de maio de 2000, literalmente afirmou: "O abuso sexual contra as crianças é um problema muito mais grave e elevado entre os homossexuais do que entre os heterossexuais. Cada pederasta homossexual violentou em média 150 meninos, enquanto cada pedófilo heterossexual violentou em média 20 meninas." Outro artigo, publicado na revista Mídia sem Máscara, de autoria de Júlio Severo, de 15 de julho recém-passado, faz, entre outras, a seguinte afirmação: "Se os cidadãos comuns tentarem de alguma forma quebrar a lei, eles sofrerão as devidas conseqüências sociais. Crimes contra a ordem pública normalmente resultam em medidas sérias, inclusive prisão. Mas o movimento gay se tornou tão influente e opressivo que sua arrogante violação das normas da sociedade não tem encontrado resistência ou impedimento dos juízes e outras autoridades liberais, porém tratamento preferencial (...)." Outra citação que merece profunda reflexão diz: "O que vem ocorrendo em São Francisco (nos Estados Unidos) mostra que a meta dos militantes gays não é só obter tolerância para com seu estilo de vida,

Document info
Document views173
Page views176
Page last viewedSat Dec 10 22:32:06 UTC 2016
Pages47
Paragraphs457
Words45288

Comments