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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 17 / 47

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afirma que havia feito um acordo com o líder do PFL, deputado Clóvis Ferraz, para a aprovação do nome de Mott e de outros três projetos apresentados pelos deputados Heraldo Rocha (PFL), Elmar Nascimento (PL) e Walmir Mota (PPS). “Vi muitos deputados fazendo chacotas antes da votação. Perguntei ao Clovis Ferraz se ele não iria garantir o acordo. Ele disse que sim. E não garantiu”, ressaltou. Ferraz não respondeu aos recados deixados no gabinete. [Fonte: Levi Vasconcelos, Salvador/Ba, 23/09/2004]

15. A ALIANÇA DO CFP COM O "MOVIMENTO PRÓ-HOMOSSEXUALISMO" PARA A PERSEGUIÇÃO DE PSICÓLOGOS

Li o seu texto com atenção. Suponho que o seu trabalho tenha a intenção - além da grave denúncia de perseguição aos psicólogos afirmativos do direito de "estar" heterossexual, por parte dos órgãos que devem regular o exercício profissional -, de dar subsídios teóricos para o PL 717/03, que propõe oferecer ajuda financeira (com o dinheiro público) para o tratamento de pessoas que "estão" homossexuais e em sofrimento psíquico, segundo a sua linha de raciocínio, por apresentarem orientação sexual egodistônica. Presumo então que a clínica de reparação cristã, mencionada em seu texto, deva acolher também os sexualmente egodistônicos, que "estão" heterossexuais e, conseqüentemente, também em sofrimento psíquico. Para comprovar a sua tese, dentre outros argumentos, você (permita-me assim chamá-la) cita uma médica pediatra que "sugere" haver doença, pois há sinais e sintomas de sofrimento psíquico. Muito interessante! Essa idéia revolucionária, se bem aproveitada, pode vir a resolver graves problemas nacionais como a miséria, a exclusão social, a discriminação racial, entre outros. Classificados como "doença", todos esses males (que causam, também, enorme sofrimento psíquico) passariam a ser tratados, prioritariamente, nos consultórios médicos e nos divãs, deixando assim governantes e políticos livres desses problemas menores para poderem se dedicar com mais afinco a causas mais importantes.  Essa magnífica estratégia certamente também resolveria uma grave situação que preocupa a todos nós, profissionais da área psi, perseguidos ou não por esse complô de gays, lésbicas e simpatizantes. Não nos faltariam clientes.Todos os consultórios ficariam repletos de "doentes" – todos subvencionados pelo governo, por intermédio de projetos de lei da magnitude do PL 717/03, desde que espontaneamente quisessem se livrar de seus sofrimentos psíquicos. Só não sei se haveria dotação orçamentária para subsidiar tanta "doença" já que só de miseráveis temos 38% da população... Saudações da colega, Janne.

HÁ POSSIBILIDADE DE MUDANÇA PARA OS QUE VOLUNTARIAMENTE DESEJAM DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE: Não há nenhuma originalidade em minhas afirmações quanto à possibilidade de mudança dos que desejam deixar a homossexualidade.  O Dr. Robert Spitzer, que estudou 200 casos de pessoas que afirmam ter deixado a homossexualidade, declarou: Da mesma forma que muitos psiquiatras, eu pensava que alguém poderia resistir contra o comportamento homossexual - mas que ninguém poderia realmente mudar a orientação sexual. Agora acredito que isso é falso - algumas pessoas podem mudar e realmente mudam. (por Dra.  Linda Nicolosi, da Narth - Associação Americana de Terapia das Homossexualidades).

Dr. Robert Spitzer declara ainda que pessoas suficientemente motivadas conseguem deixar a homossexualidade.  A pesquisa foi apresentada na Associação Psiquiátrica Americana e publicada logo em seguida. (SPITZER, 2003, p. 403-417). A Narth, composta por PHDs,  apresenta  uma riqueza de pesquisas  e trabalhos mostrando a eficácia do que  denomina  terapia reparativa, ou de reorientação sexual. Todos poderão acessar estes trabalhos através do seu site:  www.narth.com .

O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO DO "MOVIMENTO PRÓ-HOMOSSEXUALISMO" AO "MOVIMENTO DE APOIO" AOS QUE VOLUNTARIAMENTE DESEJAM DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE - A SABOTAGEM À OMS, AOS DIREITOS HUMANOS E CONSTITUCIONAIS: Os ativistas do "movimento pró-homossexualismo" tentam  invalidar as chamadas "terapias de reparação", negando o reconhecimento do apoio aos que desejam voluntariamente deixar a homossexualidade, levando pessoas que estão homossexuais, famílias, crianças e adolescentes em processo de desenvolvimento, a acreditarem na fatalidade da imutabilidade da orientação

homossexual.  Isto além de PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO, parece uma forma de enganar a sociedade brasileira e deveria ser construída legislação que punisse tais cidadãos - fica esta sugestão para os Ilmos. Senhores Deputados. Nós, profissionais que lidamos com esta temática, entendemos que a homossexualidade é um comportamento de natureza complexa, com causas variadas e ainda não bem esclarecidas.  Embora possa ser tratada, segundo a OMS, não consideramos correto, cientificamente, fechar posicionamentos rígidos sobre esta questão.  Só precisamos garantir o direito de acolher/apoiar a estas pessoas que estão em estado de sofrimento. Penso que, negar-lhe apoio ou desqualificar o seu sofrimento em nome do politicamente correto é uma CRUELDADE, uma VIOLÊNCIA sem IGUAL. Também cabe a lembrança de que estamos na era da  garantia dos Direitos Humanos e inclusão social. Faço minhas as palavras do Dr. Uriel Hercket, quando diz que: Este respeito deverá ser considerado em todas as direções, e não só naquela que parece mais relevante para determinado grupo social. Assim, precisam ser respeitados também aqueles que diferem do padrão que se quer impor; no caso, aqueles que não desejam se adequar aquilo que se convenciona hoje como 'politicamente correto', com o assumir pura e simples da homossexualidade".  (HERCKET,  agosto de 2004).

Compreendo que pessoas que vivenciam a homossexualidade têm sofrido discriminações e diversas violências ao longo de suas vidas, mas não se resolve uma discriminação impondo outra.

A VIOLÊNCIA SOCIAL CONTRA A PESSOA QUE ESTÁ HOMOSSEXUAL, A REAÇÃO DO "MOVIMENTO PRÓ-HOMOSSEXUALISMO" POSSIVELMENTE PELA  SUA IDENTIFICAÇÃO COM OS AUTORES DA VIOLÊNCIA

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