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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 19 / 47

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homossexualismo" não queriam que o Exodus viesse para o Brasil, porque o Exodus reúne milhares de pessoas em seus congressos, o que mostra que  há um público que deseja e reconhece a necessidade deste trabalho e os ativistas queriam impedir que este reconhecimento acontecesse no Brasil. Por ocasião deste Encontro, os ativistas do "movimento pró-homossexualismo" inflamaram-se e ameaçaram impedir o evento. Apareceram manchetes em jornais criticando o fato de "evangélicos quererem curar gays", sob o argumento de que a OMS já não mais considerava a homossexualidade como doença. Este jogo  de palavras para criar confusão no meio do povo e aos pouco atentos da comunidade científica  tem impedido os "egodistônicos" de receberem tratamento. No entanto, foi em meio a esta distorção que os ativistas do "movimento pró-homossexualismo" fizeram uma denúncia ao CFP - Conselho Federal de Psicologia, dizendo que havia psicólogos presentes no III Encontro e o Conselho de Psicologia chamou o Dr. "Catito" (um dos psicólogos presentes neste Encontro) para dar um depoimento, em Curitiba, e nada que desabonasse a sua conduta profissional foi encontrado. Ficamos perplexos e sem compreender, na época, a reação do "movimento pró-homossexualismo" e do CFP. Se vivermos num país democrático, onde os direitos constitucionais e humanos são respeitados, colocando todas as pessoas em posição de igualdade perante a lei, com liberdade de associação, expressão, científica, pensamento e religiosa, não entendíamos o motivo da coação de um movimento social  contra o outro. 22 de MARÇO de 1999: Os ativistas do "movimento pró-homossexualismo" comemoravam a Resolução 01/99 do CFP-Conselho Federal de Psicologia, abertamente, nas salas de bate-papo gay, antes da própria categoria profissional ter conhecimento da mesma. 23 de MARÇO de 1999: Todos  os profissionais e "movimento de apoio" foram surpreendidos com a Resolução 01/99 do  CFP para PERSEGUIR os psicólogos, conforme declaração pública da Sra. Ana Bock, época em que foi presidente do Conselho Federal de Psicologia, à Revista Veja, de 26 de abril de 2000.  Se formos ver a definição do termo PERSEGUIÇÕES vão verificar os seus atos ou efeito de oprimir, importunar, prejudicar, atormentar uma pessoa. No meu entender a motivação para a criação deste instrumento,  por si só, já se constitui  causa  para a sua anulação (dos seus efeitos passados, presentes e futuros). Além de sofrer PERSEGUIÇÃO em todos os espaços em que estou presente, seja em palestras ou pronunciamentos na mídia, tenho recebido AMEAÇAS e PERSEGUIÇÃO CONCRETA do próprio CFP, via sua Comissão Gestora da 5a. Região: acabo de responder a uma notificação do CRP, pela segunda vez, acionada pelo "movimento pró-homossexualismo".

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA?

Tenho várias hipóteses de suspeitas,  para a motivação desta perseguição - uma delas  é de que se trata de perseguição religiosa. Como já vimos  o "movimento pró-homossexualismo" assemelha-se :  a uma religião e  quer  derrubar a religião instituída que reúne a maioria dos adeptos que é o cristianismo (católicos e protestantes), negando  os efeitos da fé, na recuperação das pessoas,  já reconhecida pelos profissionais da área de saúde e  OMS[8]; a um movimento ditador para  desconstruir o instituído e tem encontrado eco no meio acadêmico. A maioria dos evangélicos omite a sua religião para conseguir  a aceitação e o respeito dos colegas de classe nas universidades, especialmente se do curso de psicologia.  Isto também ocorre com os católicos praticantes, embora com os cristãos evangélicos  esta reação  seja mais comum. Quando a fé cristã das pessoas é revelada o BULLYING é disparado em forma de deboches, chacotas, desqualificação intelectual e brincadeiras diversas,  causando  constrangimentos inadmissíveis num momento da história do mundo em que tanto falamos em inclusão social e direitos humanos, liberdade religiosa e  garantia destes direitos.

A SABOTAGEM A OMS / DIREITOS HUMANOS / CRIANÇAS E  ADOLESCENTES: Suspeito ainda, mas quero estar enganada,  que a PERSEGUIÇÃO do CFP/Comissão Gestora do Regional no Rio de Janeiro parece estar implícita na filosofia declarada do "movimento pró-homossexualismo",  já  do conhecimento do próprio CFP e  sua Comissão Gestora do Regional do Rio de Janeiro, do consciência Psi, dos amigos  e os que fazem parte da minha mala direta de e-mails. Tem chamado a atenção das instituições de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade o fato de que, no mínimo,  85% das pessoas que procuram a sua assistência sofreram abusos sexuais na infância e/ou adolescência, parecendo contribuir para o desenvolvimento da homossexualidade de muitos clientes,  a maioria do sexo masculino. A ABRAPIA - associação brasileira multiprofissional de proteção à infância e à adolescência, declara que 50% das vítimas de abusos sexuais tornam-se autoras de abusos. (ABRAPIA, 2002, p. 7).  Esta pesquisa consta também do "Manual sobre crimes de abuso sexual infantil: para promotores de justiça". Rio de Janeiro: PGJ, 2004, p. 9.  Além do relato de que 50% dos que sofreram abusos tornarem-se autores de abusos sexuais, tal pesquisa mostra  que somente 1 em cada 100 garotos têm o abuso sexual denunciado. Ainda assim, as estatísticas mostram que 1 a cada 4  meninos e 1 em cada 3 meninas são abusadas sexualmente antes dos 18 anos. Desta forma, a situação é mais séria do que podemos imaginar. Se o "movimento pró-homossexualismo" declara que 10% da população brasileira "está homossexual", podemos presumir, que 85% dela pode ter sofrido abuso sexual e 42,5% é autora de abuso sexual, segundo a ABRAPIA e Manual da Promotoria, citados. Quantos milhões de brasileiros, que não receberam qualquer tratamento, podem ser autores de abusos sexuais? É só fazermos as contas. Em pesquisas recentes, verifiquei que não é de hoje que se tem conhecimento de que ILGA (sigla inglesa que significa Associação Internacional de Gays e Lésbicas) tem ligações com instituições pró-gays brasileiras e estas com a NAMBLA (sigla em inglês que significa Associação Norte Americana de Amor Entre Homens e Meninos), empenhados na promoção do "livre amor entre homens homossexuais e meninos". > No boletim de notícias da Comunidade Gay, há um artigo escrito pelo militante pró-gay Michael Swift (15-21 de fevereiro de 1987), que se proclama revolucionário gay. Este foi citado por Júlio Severo (1998, p. 54), pesquisador do movimento homossexual, resumidamente, conforme a

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