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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 3 / 47

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hospitalizado e eles ACHARAM NA MINHA CASA OUTRA VÍTIMA DO MESMO GOLPE, que foi pego na Alameda Lorena, num bar, com outros dois indivíduos. Acredito ser, assim, uma quadrilha. E se eles me contataram no Rio, podem ter escolhido outras vítimas lá. E não agem em bares especificamente gays, nos levando a outros lugares onde não possamos encontrar amigos. Por isso estou mandando este e-mail, para que vocês fiquem espertos e repassem ao maior número de pessoas possíveis, principalmente as que estiveram no carnaval no Rio.  O Leandro é de pele moreno claro, 1.87m, cabelos pretos encaracolados, olhos pretos.  O Márcio tem 1.70m, olhos verdes, cabelos castanhos e se diz parecido com o cantor Leonardo.  Ambos disseram ser de Vitória – ES. Cuidado com bebidas, balas, chicletes, enfim, com qualquer tipo suspeito. [Fonte: Cássio - cassioros@bol.com.br, São Paulo/Sp, 17/1/2004]

4. NEONAZISTAS COLOCAM SITE HOMOFOBICO EM BRASLIA

O site: http//libreopinion.com/members/obn/princip.htm, cheio de neonazistas eles estão infiltrados nas comunidades que defendem as cotas, a igualdade racial e os direitos dos homossexuais. Eles se infiltram mesmo e sistematicamente coletam informações sobre os movimentos dos negros e dos homossexuais. A todo momento somos atacados de todas as formas. [Fonte: Milton Santos - Núcleo de Afro-descendentes - estruturacao@estruturacao.org.br, Brasília/Df, 17/1/2004]

5. GERENCIA DE BOATE SÃO CONIVENTES COM O GOLPE BOA NOITE CINDERELA

Léo Mendes freqüentador semestral das Boates Gays do Rio de Janeiro, solicito ao GAI, que é a oscips legítima para fazer uma representação junto ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, para que apure as denúncias de formação de quadrilha, com apoio de gerências de boates gays do Rio para roubar gays.  

As quadrilhas têm como ponto de partida as boates gays, e existem muitos indícios que os donos das boates acolhem e acobertam os garotos que aplicam o golpe. Isso nos faz supor que eles estejam envolvidos. Não tem nenhuma política de segurança, nenhum compromisso com os clientes, não fazem nada quando as pessoas saem passando mal e depois, quando as vitimas voltam ali procurando informações ou querendo ver se acham pistas dos bandidos, os donos dos estabelecimentos os impedem de entrar no nightclub, muito estranho isso né? Acho muito importante que isso seja dito e pensado por todos. [Fonte: Léo Mendes, (62) 925 –8355 e Pedro Stephan, hermesveloz2003@yahoo.com.br, 25/4/2004]

6. CANTOR FELIPE DYLON É ACUSADO DE AGREDIR GAYS EM IPANEMA

O cantor Felipe Dylon, de 16 anos, é acusado de agredir, com amigos, dois gays na Praia de Ipanema, no fim de 2002. Segundo nota publicada neste domingo na coluna de Ancelmo Góis, do jornal "O Globo", o adolescente prestará depoimento sobre a suposta agressão na 2ª Vara de Infância e Juventude no dia 26 de abril. O juiz Guaraci Vianna confirmou a acusação. [Fonte: O Globo, http://oglobo.globo.com/online/plantao/141274553.asp, 21/3/2004]

7. NOVA ONDA DE ATAQUES DE PITBOYS MUDA ROTINA DE CASAS NOTURNAS NO RIO

A violência que ronda a noite carioca está transformando o simples prazer de ir a um bar ou a uma boate em pesadelo. Tudo por conta de pitboys, brigões que surgiram no fim dos anos 90 e voltaram a intimidar e agredir freqüentadores de casas noturnas. Preocupados com o número crescente de ataques na porta de seus estabelecimentos e escolados com o visual dos agressores — geralmente praticantes de lutas marciais que usam cabeça raspada e camisetas que deixam músculos e tatuagens à mostra — os empresários estão criando mecanismos para afastar tais gangues de sua clientela. Preços altos, carteirinhas VIP e listas de convidados para justificar a triagem são algumas das medidas. O problema envolve preconceito — grande parte dos ataques acontece na vizinhança de clubes GLS. — Esta semana vou procurar a Vara de Infância e Juventude para entregar reportagens e registros de ocorrência de ataques sofridos pelos nossos clientes. Os agressores são menores e andam em bandos. Eles têm de ser identificados — defende Chico Cozeto, gerente do clube Dama de Ferro, em Ipanema. Na saída do Dama de Ferro, 12 agressões em seis meses Cozeto tem motivos de sobra para se preocupar. Nos últimos seis meses aconteceram 12 agressões a gays nas proximidades da Rua Vinicius de Moraes, onde funciona a casa noturna — a última delas foi na madrugada do último domingo, quando um cliente teve o maxilar fraturado ao ser espancado por três garotos. Cozeto diz que algumas providências foram tomadas: além do segurança na porta, a casa contratou mais dois homens para circularem pela área a pé. E o gerente fez contato com a viatura da Polícia Militar que faz ronda no bairro para poder acioná-la rapidamente se necessário. A situação é gravíssima. Estamos na iminência de testemunhar uma morte — preocupa-se Cozeto. Os ataques dos pitboys acontecem geralmente de madrugada, quando os clientes estão deixando as casas noturnas. Foi assim com R.V., estudante de fisioterapia que comia cachorro-quente na porta do bar Guapo Loco, no Leblon, quando foi insultado por um rapaz que passava de carro com quatro amigos. Até hoje ele se arrepende de ter respondido ao xingamento: em minutos, ele viu-se no chão, com o sujeito mordendo sua orelha esquerda. O cara era enorme, tinha pinta de lutador e não largava a minha orelha. Levei dez pontos no hospital Miguel Couto, fiquei um mês sem sair de casa e fui obrigado a mudar os meus hábitos. Não freqüento mais boate — resume R.V. “Se usar camiseta sem manga, o cliente fica de fora”. Um dos sócios dos bares Guapo Loco e Cozumel, o empresário João Roberto Davies também está fazendo de tudo para manter pitboys longe de suas casas. Os recepcionistas do Guapo Loco agora são orientados a informar na porta que homem desacompanhado de mulher não entra de jeito algum, principalmente se estiver em grupo. Além disso, o bar conta com o apoio de uma patrulha da PM, que no fim da noite costuma ficar estacionada nas proximidades. Os seguranças já sabem como esses sujeitos se vestem. Se usar camiseta sem manga, um clássico dos pitboys, o cliente fica de fora — diz Davies, que considera pouco provável acabar discriminando um inocente: Esses caras têm uma abordagem grosseira, é fácil identificá-los. E se no bar

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