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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 34 / 47

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à prostituição de menores de 13 anos" (é, foi bem específico assim) - o E-jovem! Sentei com o investigador, mostrei-lhe farto material do trabalho que a gente faz aqui, do E-jovem, etc, dei como referência o Centro de Referência GLTTB de Campinas, do qual somos parceiros em vários projetos e até cartilha contra discriminação o homem levou. E ele ainda disse: "Fica esperto pq esse tipo de denúncia, dando endereço e tudo o mais, é típico de gente de má fé." E eu não me surpreendo não. Muita gente até acha que eu lido com o E-jovem só pra "me aproximar dos garotinhos", outros tem só inveja mesmo. Outra coisa que me passou pela cabeça foram os pais - tem muito pai que não gosta de saber que o filho tá freqüentando o E-jovem, e pode ter tentado essa cartada. Sei lá. Só sei que to tranqüilo. Trabalhar com adolescente é foda mesmo, ainda mais adolescente gay. Mas é por isso que ninguém toca no assunto. E tem tanto adolescente gay, lésbica e bissexual sofrendo pelos cantos. [Fonte: Deco - E-Jovem,  http://www.loungedeluxe.com.br, 3anos@e-jovem.com., Campinas/Sp, 13/9/2004]

7. GOIANIA É A CIDADE BRASILEIRA DE MAIO HOMOFOBIA

Goiânia é a cidade brasileira com o maior índice de preconceito contra gays e lésbicas. Pesquisa concluída recentemente indica que 18% da população - a mais alta porcentagem em todas as cidades ouvida país afora - acham o homossexualismo uma doença. [Fonte: Márcia Peltier, JORNAL DO BRASIL, Goiânia/Go, 27/03/2004]

8. LIMINAR GARANTE A ALUNO HOMOSSEXUAL O DIREITO DE VOLTAR À ESCOLA

Uma liminar conduziu, na última segunda-feira (18), o aluno J.S.S., 17, da 7ª série, de volta à Escola Estadual Desembargador André Vidal de Araújo, em Manaus (AM). J.S.S. havia sido expulso, junto com o colega J.R.M., 14, por um suposto beijo na boca. A advogada do estudante, Suely dos Santos Costa, 37, afirmou que a decisão final deve sair dentro de dois ou três meses. "Eu tinha certeza de que o juiz ia conceder a liminar porque o menor ia ser totalmente prejudicado. E houve discriminação, sim. Eles alegaram "comportamento inadequado", que, com certeza, era o fato de ele ser homossexual." Mesmo depois de ficar 43 dias sem aulas e perder cinco provas, J.S.S. disse que quer fazer de sua volta uma bandeira contra o preconceito homossexual. Ele foi acompanhado até a escola pelo travesti Rebecca Saint-Laurent, 24, presidente em exercício da Associação Amazonense de Gays, Lésbicas e Travestis. O diretor da escola, Erison Galvão, 42, disse que não falaria sobre a liminar. Vicente Nogueira, secretário da Educação do Amazonas, se limitou a dizer que "decisão judicial se cumpre". [Fonte: www.mundolegal.com.br e http://www.mundolegal.com.br,  26/6/2004]

9. BAR DISCRIMINA HOMOSSEXUAIS EM SÃO PAULO

Mais um caso de homofobia explícita no Bar Opção que se localiza atrás do MASP na Região da Avenida Paulista. Esse Bar já foi Palco de Homofobia a meses atrás com um casalzinho de namorados e agora com um grupo de amigos,

Relato:

Caros amigos e militantes, é com grande pesar que encaminhamos esse email aos senhores, mas de fato achamos que é apenas com ações como esta, que conseguiremos exigir o respeito e a cidadania que a todo tempo nos é negada! Nesta madrugada, eu e alguns colegas (4 gays e 2 lésbicas) fomos a um bar de nome "OPÇÃO" (localizado em São Paulo abaixo do MASP) para relaxar, tomar umas cervejas, conversar e descontrair um pouco. Porém, desde a hora que chegamos, o segurança do estabelecimento posicionou-se ao lado de nossa mesa como se fossemos alguma espécie de marginais que deveriam ser vigiados de perto. Em um momento da noite as duas garotas (que, a propósito, namoram) se beijaram e imediatamente o segurança veio nos dizer que o bar NÃO ADMITIA CONTATO HOMOSSEXUAL, sendo seguido pelo gerente do estabelecimento que solicitou que saíssemos. A sensação de sermos expulso de um bar onde muitos casais estavam se beijado, só por no nosso caso ser um beijo homossexual, é de completa indignação. Ao pagar a conta, solicitamos a nota fiscal com o endereço completo do local e o CNPJ da empresa. Neste momento o gerente desesperado ainda tentou justificar que ele não era preconceituoso, que na verdade ele estava nos "protegendo" já que segundo ele: - Pessoas de outras mesas já estavam ameaçando de jogar garrafas de cerveja em nós. Parece-me que o gerente além de defender uma idéia de exclusão social, ainda nos julga inocentes ou otários, pois se ele mesmo abordou nossa mesa logo no primeiro beijo e não teve contato com outros clientes depois disso, como foi possível ele saber do dito intento de agressão. Além disso, caso houvesse uma real ameaça, acho que a obrigação do estabelecimento deveria de ser denunciar o agressor à polícia e não expulsar as supostas vítimas. Ao sairmos do bar registramos boletim de ocorrência na delegacia de polícia e redigimos esse email a todos vocês, para informar e solicitar informações de como devemos proceder nesse caso. Gostaria que nos orientassem como é possível processar o bar por discriminação e difundir esse fato nos meios de comunicação das comunidades GLBT. Temos o BOLETIM DE OCORRÊNCIA, o CUPOM FISCAL (com os dados da empresa) e nós seis (6) como testemunhas do ocorrido. Aguardamos ansiosamente um retorno com as orientações de procedimento e as possibilidades de atuação, para que esse tipo de fato não ocorra mais e para que consigamos, com mais esse triste ocorrido, lutar pelos nossos direitos e cidadania. Edy Carlos, Emyra, Júnior, Luis André, Maralice e Marcelo. [Fonte: Rick Ferreira - http://br.groups.yahoo.com/group/listagls/, 29/6/2004]

10. MULHERES DIZEM TER SIDO AGREDIDAS POR ASSASSINO DE MORADORES DE RUA EM SP

Duas mulheres afirmaram à polícia na noite passada que foram agredidas por um homem que seria o responsável pelas seis mortes de moradores de rua na capital. Meire Cristina da Silva, de 49 anos, e Elaine Marques dos Santos, de 29 deixavam uma lanchonete no Cambuci, na região central de São Paulo, por volta das 21h30m, quando levaram socos de um homem não identificado. Segundo relato das vítimas, o suspeito fez a seguinte afirmação ao abordá-

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