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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 41 / 47

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A pesquisadora do Gapa concluiu que há um estigma próprio a quem compõe cada um desses quatro grupos que os impede o acesso pleno a todos os seus direitos. "Essa pesquisa pode servir para que os integrantes desses grupos percebam que os mecanismos de discriminação são semelhantes e que a mudança dessa representação negativa poder ser feita em conjunto por todos esses grupos", ressalta Renata Camarotti. Dos entrevistados na pesquisa, 65,5% relataram ter sido vítimas de violência e 81% classificou como razoável ou péssima a segurança destinada pelos órgãos públicos a esses grupos. [Fonte: Correio da Bahia, Salvador/Ba, 27/07/04]

22. GRUPO DENUNCIA DISCRIMINAÇÃO CONTRA HOMOSEXUAIS

A Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Semtcas) vai procurar a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no sentido de abrir debate sobre a discriminação homossexual em Teresina. A iniciativa foi tomada a partir de denúncia feita por integrantes do Grupo Matizes, uma ONG de defesa dos direitos homossexuais, que constataram a discriminação em um estabelecimento comercial da cidade. O Grupo Matizes denuncia que em um bar localizado no bairro Macaúba existe uma placa afixada a entrada do banheiro feminino com os seguintes dizeres: “proibido a entrada de homossexual”. O Grupo procurou o proprietário do estabelecimento, que confirmou ter afixado a placa no local para impedir que travestis usassem o banheiro feminino e complementou, afirmando que lésbicas teriam que usar o banheiro masculino. Diante do ocorrido, o grupo procurou na secretária Umbelina Carvalho para que fossem tomadas as providências. Umbelina Carvalho informa que já foram encaminhadas as medidas judiciais e que o próximo passo será exatamente abrir a discussão em torno da questão do acesso aos banheiros de estabelecimentos públicos, evitando que pessoas sofram preconceito por conta de sua opção sexual. A secretária explica que qualquer pessoa que se sinta vítima de discriminação deve procurar a Semtcas para fazer a denúncia. Ela lembra que a Secretaria agora dispõe também do “Disk Cidadania Homossexual”, que atende pelo número 0800-280-5688 e visa atender e combater denúncias de agressão ou discriminação, além de esclarecer dúvidas sobre os direitos dos homossexuais. Através do número, qualquer cidadão poderá informar-se acerca dos direitos constitucionais relativos ao seguimento homossexual, com as respectivas orientações de procedimento em casos de violação desses direitos. Os integrantes do Grupo Matizes afirmam que ao procurar a Semtcas com a denúncia ontem pela manhã, têm a intenção de abrir um diálogo com a sociedade para que se possa refletir sobre o preconceito, que é algo insustentável nos dias atuais. [Fonte: O Dia, Terezina/Pi, 9/9/2004]

23. HOMOSSEXUAIS SÃO ATENDIDOS NOS PRESIDIOS

Homossexuais do presídio carioca Esmeraldino Baldeira recebem atenção especial  ( 11/08/2004 ). Desde o último dia 4 de agosto, funcionários do CERCONVIDH, Centro de Referência Contra a Violência e Discriminação ao Homossexual, estão realizando trabalhos com os homossexuais do presídio carioca Esmeraldino Baldeira. Dentre os serviços prestados, o grupo dará especial atenção a cuidados com a saúde e o bem estar do presidiário. Segundo Yone Lindgren, Coordenadora Geral do CERCONVIDH, “esta é mais uma conquista para o Movimento Homossexual e para toda a comunidade GLBT, incluindo todos os excluídos”. O diretor do presídio, Dr. Leonardo Estrela, se comprometeu a dar total atenção e auxílio a essa causa. A parceria entre o CERCONVIDH com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro foi fechada e confirmada através de um ofício emitido ao Centro de Referência. [Fonte: http://gonline.uol.com.br/gnews/gnews.asp, 11/8/2004]

24. DEPARTAMENTO NA UFBA DISCRIMINA HOMOSSEXUAIS

Na terça-feira, disseram-nos que liberariam a data, para o show SE SOLICITADO POR UM PROFESSOR. Então o chefe do Depto de Filosofia (ou é colegiado, desculpe) foi com o pessoal lá. E liberaram. Acabamos por não passar o vídeo na terça, por falta do adaptador com vídeo (esquecemos o nosso e já havia uma programação pra usá-lo na sala de vídeo). Na quarta já não houve problemas. Não pude ir à faculdade, mas pelo que me contaram o pessoal apareceu pra assistir (não Direção ou plantonistas, mas gente, estudantes e professores interessados na celeuma - a maioria ávida por ver o vídeo polêmico - o que tinha uma masturbação). Denise do CA fez uma belíssima defesa antes da exibição dos filmes. Passamos mais 4 e por fim o "tal" que causou a indignação. A recepção já foi ótima. As pessoas entenderam dentro do contexto, risos foram ouvidos, mas era de gente que riu da situação do filme (escrever com a porra um verso num papel "Falo no papel") e não do conteúdo dele. Nossa nota foi muito bem aceita. As pessoas debateram o assunto a semana inteira. As listas continuam os debates. Disseram que Lígia não gostou. Só se fala nisso na faculdade e pedi pra Denise e Gabriel, que estavam presentes nas principais passagens da história, pra escrever um texto para colocarmos nas listas. [Fonte: Wesley Francisco da Silva, wesleyune@pop.com.br, 4/4/2004]

25. DISCRIMINAÇÃO NO HOSPITAL EM MINAS

Acabei de chegar do Hospital Público Regional de Betim, onde uma membra do MHM se encontra internada há 2 semanas. Ela se chama Renata e a situação de saúde em que se encontra é boa, mas até então em conseqüência de uma tentativa de suicídio esteve por alguns dias em observação no CTI desde hospital. Ao chegar lá ela me recebeu exclamando que foi Deus quem me enviou lá e me relatou o seguinte fato: No dia 26 de março de 2004, aproximadamente às 9h, a psicóloga Kátia a chamou para ir até a sala dela. Ao deparar-se sozinha surpreendeu-se com a conversa da profissional haja vista que pensou o convite com o objetivo de fazer uma sessão. No entanto, a conversa foi outra. Segundo a Renata a psicóloga Kátia cobrou coisas dela que não tinham nada haver. Perguntou inicialmente como estava ela e a Cristina. Ela disse que estava bem. Então a Kátia disse: "Renata, houve 2 reclamações de você. Todo mundo do 2º andar do hospital já está sabendo, as enfermeiras já sabem, o pessoal todo

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