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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 42 / 47

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já sabe em relação a você. Houve duas reclamações e eu queria conversar com você a respeito disso. Perguntada sobre as pessoas que reclamaram, não foi informada. A psicóloga chegou ainda a dizer que caso as coisas não consertassem iria ser pior porque ela teria que chamar os diretores do hospital. A Renata entendeu que o fato da psicóloga ter chamado ela está relacionado ao fato de ela e a Cristina andar de mãos dadas e assistir televisão deitada no colo da Cristina. Segundo a Renata quando ela entrou na sala da psicóloga percebeu muito arrogância. Tal arrogância se desmoronou quando disse para a psicóloga que faz parte de uma ong homossexual e sabe dos direitos que tem enquanto cidadã. Ela ainda acrescentou que em momento nenhum deu bandeira e desconfia que a psicóloga ou o psiquiatra contou para as auxiliares de enfermeira que ela é lésbica. Após anotar os dados, dirigi-me ao balcão das enfermeiras e pedi o CRP da psicóloga. A auxiliar me falou que somente a enfermeira poderia me fornecer. Ao dirigir à enfermeira ela disse que não me daria o CRP da psicóloga. Eu então pedi o registro profissional da enfermeira. Ela não quis também me fornecer. Eu então perguntei para ela se ela assinava uma declaração onde dizia que não poderia me fornecer o CRP dela, ela disse que não. Dirigi-me então à recepção com o objetivo de falar com a secretária do diretor de relações públicas do hospital, fui informado que o hospital não tem esse setor e ligaram para a administração pública. Fui informado pela recepcionista que ela estava numa reunião e que apenas às 17:30 retornaria. Voltei na enfermeira e disse a ela que ia consultar o estatuto do servidor público e ligar para o 190, se assim ela me passaria o registro profissional. Ela me disse que não. Liguei para o 190, fui informado pelo atendente que o registro profissional é pessoal e que somente a profissional poderia me fornecer. Saí do hospital e aqui estou puto da vida. Algumas dúvidas eu tenho. Será mesmo que o registro profissional de profissionais públicos não pode ser fornecido para as pessoas? Será que essa psicóloga não feriu a norma do Conselho Federal de Psicologia e o Conselho de ética do profissional psicólogo? Quero que me ajudem nessa iniciativa, pois tenho certeza que o desejo da Renata é de alguma forma mostrar, através das leis, que de alguma forma ela foi ferida (danos morais, ou constrangimento, ou mesmo discriminação) Não deixe de me responder. É a primeira vez que me vejo evolvido numa situação dessa natureza e ainda não tenho o traquejo necessário para me virar sozinho. Luiz Balbi.

No final de semana, houve a reunião do Movimento Homossexual de Minas e nós debatemos sobre essas questões. Foi comentado na reunião sobre a nossa responsabilidade e sobre o fato ocorrido. Deliberamos que a Cristina (ex-namorada) da Renata irá conversar com ela para ver se o relatório que me foi passado continua o mesmo. Após essa conversa eu irei com um gravador oculto na cintura conversar com a psicóloga. Dentro do possível, o que a Renata decidir será apoiado pelo MHM. Posso te informar que o fato de eu ter dado uma resposta imediata diante da queixa que me foi feita ajudou psicologicamente bastante a Renata. Fiquei sabendo que ela se sentiu importante.

Eu estou pensando que o nome do diretor do hospital, bem como o endereço da comissão de saúde da Câmara Municipal será importante após ouvir o 2º relato da Renata. Ligarei hoje para a Cristina cobrando a iniciativa dela. Caso você pensa o contrário, me responda que amanhã mesmo te enviarei esses dados. [Fonte: mhmluizbetim@ig.com.br, Betim/MG, 27/3/2004]

26. INTOLERÂNCIA E HOMOFOBIA NA INTERNET

Irei falar-lhe de algo extremamente simples e primordial para provar que minha tese sobre a anormalidade do homossexualismo ou da homossexualidade (como queiram) procede:

SE HOMOSSEXUALISMO FOSSE NORMAL, DEUS, NA SUA INFINITA SABEDORIA, NÃO TERIA CRIADO ADÃO E EVA, MAS SIM ADÃO E IVO. QUE TAL?  DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA ANAUÊ! F.MÜLLER NETO. [Fonte: Arquivo GGB, 7/11/2004]

8. Lesbofobia: violência antilésbica:

1. LÉSBICA É AGREDIDA AO SAIR DE FESTA NO RIO

Uma universitária teve o braço quebrado por homem ao sair de uma festa GLS, Simone Vanderlei do Espírito Santo, 25 anos, sofreu fratura extra, no braço esquerdo, o agressor teria aproximadamente 40 anos, o crime aconteceu as 4:00h do dia 27/6, domingo, a vitima saiu da festa com uma amiga que tinha 24 anos e não quis se identificar, o local do incidente foi a saída da festa Revolution, evento oficial da Parada GLBT, o ocorrido se deu quando a vitima e sua amiga estavam esperando o ônibus, o agressor estava aparentemente bêbado, ele abordou Simone e este a empurrou e em seguida ela caiu fraturando o braço  . [Fonte: O Globo, Rio de Janeiro/Rj, 28-6-2004]

2. LÉSBICA É EXPULSA DA ESCOLA EM SÃO PAULO

A aluna M.G.C. foi transferida da escola Estadual Culto a Ciência, segundo a entidade Aos Brados que esta verificando a lesbofobia sofrida pela aluna, aparentemente esta transferência foi uma discriminação sexual velada, M. esta na 2º serie do ensino médio, e é lésbica, a entidade Aos Brados entregou uma carta aberta, onde acusa a direção da escola de propagar que “pretende limpar a escola do homossexualismo”, o retorno de M. é imprescindível, pois esta precisa fazer as provas do bimestre, segundo a supervisora de ensino Mauriza Oliveira, a aluna não se enquadra nas normas da escola e é reincidente. [Fonte: Correio Popular, Campinas/Sp, 2/7/2004]

3. TSE IMPUGNA A CANDATURA DE LÉSBICA  EM BELÉM

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