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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 6 / 47

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programas... Um ser humano que possui direitos como qualquer outro e uma marginalização (seja no sentido de marginais que os perseguem ou os próprios que se valem dessa atividade para praticar crimes, ou seja, no sentido de estar à margem da sociedade). Acho que o caminho do Gabeira é que está correto... Tudo institucionalizado com reconhecimento profissional e devidamente cadastrado"... Talvez fosse por aí uma solução ... Hugo. [Fonte: gaylawyers@yahoogrupos.com.br e Hugo, hugosepulveda@uol.com.br]

15. PERSEGUISSÃO A GAROTOS DE PROGRAMA EM SP

Luís Felipe Steffen, neste arquivo disse, os michês são seres humanos e têm seus direitos. Se não houvessem clientela procurando por eles desde que o mundo é mundo, eles já teriam entrado em extinção. Se continuam existindo, é porque ainda tem gente querendo e consumindo. "Ah, mas eles assaltam e matam!" Aí a coisa fica mais complexa. Se alguns deles assaltam e matam, como saber quem são? Não dá para saber quem é michê assassino e ladrão e quem é michê inofensivo. O que não dá para fazer é justiça com as próprias mãos, exatamente o que aconteceu na madrugada do último sábado. No Parque Trianon, região no bairro nobre dos Jardins em São Paulo, um homem não identificado parou seu Tempra azul-marinho em frente a uma calçada onde estavam 3 michês, e disparou seis tiros à queima-roupa. Dois deles morreram a caminho do hospital. Marcos Narciso de Moura e Sérgio Rafael de Jesus Moura, ambos de 21 anos, eram primos e vieram do Rio de Janeiro tentar a vida em SP. O terceiro garoto sobreviveu e está na Santa Casa, internado com um tiro nos braços e outro no pulmão. Seu nome é Vagner Felipe Cardoso (foto), também de 21 anos. A quem os garotos de programa devem recorrer? À Polícia? Provavelmente não, pois a Polícia costuma levar para a cadeia os rapazes que fazem ponto, sem nenhuma acusação (apenas alegando que eles estão "vadiando"). Levam os garotos para algum distrito, mandam que eles fiquem nus, espancam os michês, batem, humilham, roubam o dinheiro que eles às vezes têm, e depois de deixá-los trancados por horas, soltam-nos nas ruas novamente. Um michê relatou o episódio acontecido na semana passada, quando os policiais passaram graxa nos corpos nus dos garotos capturados por eles. O que significa isso? Quem é o doente, o anormal nessa história? Se a Justiça fosse cumprida à risca, esses rapazes teriam que ser apenas indiciados por vadiagem. Quanto mais ser espancados e assaltados. No início desta semana, a vítima foi outro garoto chamado Guto (foto). Ele estava fazendo ponto no Largo do Arouche quando foi levado pela PM, espancado brutalmente sem motivo algum e agora não pode trabalhar porque está se recuperando dos machucados. Esse tipo de "tratamento policial" não ocorre com as garotas que fazem ponto na Rua Augusta, por exemplo. Por que então com os michês? A Polícia parte do princípio de que a rua é dela (da Polícia), e daí sai por aí prendendo e abusando dos garotos. Muitas vezes eles vêm a pé e à paisana, para que os garotos não os identifiquem como policiais e não tenham tempo de fugir. Muitos desses "oficiais" já mataram inúmeras pessoas e cometeram diversos crimes. Então, quem é o verdadeiro criminoso? Os prostitutos ou a Polícia? De que lado está a Justiça? Ninguém responde. Nem a sociedade hipócrita, que cospe no prato que come, nem a Polícia corrupta e criminosa, que contribui para transformar a cidade numa terra de ninguém, num bangue-bangue sem lei e sem alma. [Fonte:  homemahomem@yahoogrupos.com.br, 20/1/2004]

16. VIOLÊNCIA É PROBLEMA NA BANDA DE IPANEMA

Gangues de classe média atacam os gays e grupos de menores assaltam os Foliões. Gangues de jovens de classe média e grupos de menores de morros da Zona Sul voltaram a atacar em Ipanema nas últimas três semanas. O local é o mesmo, na Rua Farme de Amoedo, e, principalmente, durante os desfiles dos foliões na Banda de Ipanema. Várias pessoas foram furtadas, roubadas ou agredidas pelos

dois grupos. Foi o que aconteceu no fim de semana passado, com a estudante de medicina Patrícia de Moraes, de 21 anos, residente em Niterói: durante a apresentação da Banda de Ipanema, aconteceram três arrastões; um homem deu tiros para o alto; vi menores furtando, cheirando cola e mostrando os órgãos sexuais; e, para finalizar, um ladrão enfiou um caco de vidro na minha barriga para levar minha máquina digital. Polícia sabe quais são as gangues Policiais da 14ª DP (Leblon); da 13ª DP (Posto Seis) e soldados do 19º BPM (Copacabana) e do 23º BPM (Leblon) sabem que os ataques na Rua Farme de Amoedo costumam acontecer nas proximidades do Bar Bofetada e no trecho da praia, na altura da rua que virou ponto de encontro de gays. Os agressores de gays são integrantes das turmas das ruas Farme de Amoedo e Paula Freitas, em Copacabana. Os menores ladrões são dos morros do Vidigal, do Pavão-Pavãozinho e do Cantagalo. Moradores de Ipanema pretendem fazer uma manifestação contra a violência, nos próximos dias. O estudante Bernardo Baumann, morador de Botafogo, contou que um integrante de um dos grupos se aproveitou da aglomeração em frente ao cordão que protege músicos da banda e enfiou a mão no seu bolso. Segundo ele, um amigo sofreu tentativas de roubo:— Uma senhora também teve o celular roubado. Isso tudo em apenas 15 minutos. Mas, segundo ele, o pior aconteceu por volta das 23h, quando estava jantando no Sindicato do Chopp, na Rua Farme de Amoedo:— Eu vi dois arrastões no meio da rua, em menos de meia hora: as pessoas, assustadas, se jogaram para dentro do bar. A estudante Patrícia de Moraes está revoltada:— São pivetes e marmanjos armados com porretes, espancando gays e lésbicas na Rua Farme de Amoedo. Ela contou que viu um professor universitário cair no chão com um soco: — Ele teve a cabeça chutada inúmeras vezes por dois meninos que não tinham mais de 15 anos. [Fone: O Globo,  http://arquivoglobo.globo.com/pesquisa/texto_gratis.asp, 11/02/2004]

17. SKINHEADS PROMOVEM VIOLÊNCIA CONTRA HOMOSSEXUAIS

Os skinheads apareceram na Inglaterra, na década de 70, com uma tonalidade racista, dirigida principalmente contra os imigrantes asiáticos (depois isso se generalizaria), e pregando o antagonismo ao pacifismo dos "hippies", que ainda colhiam os frutos de sua manifestação mais significativa: o festival de Woodstock nos EUA. Com mais cinco anos

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