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3. HOMOSSEXUAIS SÃO ATROPELADOS NO RIO - page 9 / 47

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Lula no plenário da Câmara, assegurando que repetirá o gesto quantas fezes forem necessárias para defender a família brasileira. Disse ser no mínimo inacreditável que um programa que defende o homossexualismo receba do poder público tanta atenção e apoio.

De acordo com Pastor Frankembergen, o Ministério da Saúde patrocina farta publicidade do programa, como gastos na confecção de livros. “O governo brasileiro colabora essa obscenidade, o que nos causa perplexidade e horror”, criticou ao ressaltar que outras entidades também apóiam, como universidades e Ministério Público Federal. Também apontou entre os apoiadores ‘dezenas de entidades que defendem a pederastia, a sodomia, a ignomínia, a insensatez e os transgênicos, além de gays, lésbicas e bissexuais’. Na análise dele, as mulheres e os homens públicos parecem ter esquecido a palavra de Deus, pois deveriam cuidar do bem estar e dos interesses do povo brasileiro. Citando trechos bíblicos, Pastor Frankembergen lembrou de ensinamentos divinos ao falar de uma frase torna mais dramática e explícita essa condenação contida na Bíblia: “Se um Homem dormir com outro Homem, como se fosse com mulher, ambos fizeram abominação. Certamente serão mortos e o seu sangue será sobre eles”. Acrescentou que esses ensinamentos, a nós deixados por aquele que nos criou e por nós foi torturado, supliciado e morto na Cruz, estão em Levítico, Capítulo 20, Versículo 13. “Nossa Carta Magna, também límpida e taxativa, assegura que o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido”, ressaltou o deputado roraimense. Pastor Frankembergen enfatizou não ser admissível que ‘se cruzem os braços diante da gravidade de fatos como este, onde tudo que é moralmente condenável e eticamente inaceitável, sejam banalizados a ponto de se tornarem lugar-comum na sociedade, pois o povo não merece tanta violência, tanta iniqüidade e tanto desprezo’.

Segundo o parlamentar, a defesa da moral e dos bons costumes fica evidente em eventos como o I Congresso Internacional de Mulheres, realizado pela Igreja Assembléia de Deus de Roraima, com a participação de mulheres não somente do Brasil, como também da Guiana e da Venezuela, dos de Monagas, Anzoátegui e Sucre. Além do tema principal ­ Mulher em Destaque ­, falou-se sobre os princípios éticos da mulher e de sua participação integral na sociedade. Estiveram presentes evangélicos de vários estados brasileiros, como Pastor Carvalho Júnior, de Uberlândia (MG); Pastor Jairinho, de Goiânia (GO); e Pastor Juvenil, de Florianópolis (SC).  Pastor Frankembergen também fez um alerta aos demais parlamentares, tomando como ponto de discussão uma reportagem feita pelo BrasilNorte, onde um traficante de drogas chamou a atenção da sociedade ao afirmar que as pessoas que mais os procuram ‘são clientes que têm certo status e muitas delas são públicas (autoridades)’.

Discurso:

Sr. Presidente, gostaria de saudar os visitantes presentes nas galerias deste plenário. É um privilégio e um prazer tê-los conosco. Sras. e Srs. Deputados, mais uma vez - e por quantas vezes for necessário no futuro - volto à tribuna para manifestar meu repúdio a determinadas ações deste Governo, diante das quais, de sã consciência e com os olhos voltados para a imensa família brasileira, não posso calar-me. Deixo registrada minha revolta e indignação com o famigerado Programa Brasil sem Homofobia. Trata-se de verdadeiro acinte à moral e aos bons costumes. Deveria chamar-se Programa em Favor da Promiscuidade e da Aberração.

É inacreditável que um programa desse tipo receba do Poder Executivo não apenas apoio e solidariedade, mas também tanta atenção, tanta ovação. Mais inacreditável ainda é a aplicação de recursos humanos e financeiros para sua farta publicidade, além de gastos na confecção de livros e outras publicações.

Na Internet, consegui ter acesso a um dos livros publicados e patrocinados pelo Governo, ao Programa Brasil Sem Homofobia, ao Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra Gays, Lésbicas, Transgêneros e Bissexuais e de Promoção da Cidadania Homossexual. É um acinte à nossa sociedade.

Aqui está, caros colegas, a principal dessas publicações a que me refiro e que, pasmem, tem como principal patrocinador o Ministério da Saúde.

No glossário desse mesmo volume aparecem todos quantos colaboram com essa iniqüidade, com essa obscenidade, o que nos causa ainda mais perplexidade e horror.

Estão entre os que apoiaram e contribuíram para levar adiante esse fato órgãos e servidores da própria Presidência da República, dos Ministérios da Justiça, das Relações Exteriores, da Educação, do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público Federal, além de Governos Estaduais, universidades federais e, é óbvio, dezenas de entidades que apóiam a pederastia, a sodomia, a ignomínia e a insensatez e outras dezenas de gays, lésbicas, transgêneros, bissexuais e afins.

Meu Deus, onde chegamos! Esqueceram essas autoridades os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, a palavra de Deus, a moral e os bons costumes? Na minha opinião essas pessoas, mulheres e homens públicos, que deveriam estar cuidando do bem-estar e dos interesses maiores das famílias brasileiras, jamais leram a Bíblia. Nela, de forma cristalina, como a mais pura água, está literalmente escrito que "com homem não te deitarás como se fosse mulher. É abominação". Mais abrangente ainda - se é que alguém possa dizer que não entendeu o ensinamento anterior -, outra frase torna mais dramática e explícita essa condenação: "Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos terão praticado abominação. Certamente serão mortos e o seu sangue será sobre eles". Esses ensinamentos deixados por Aquele que nos criou e que por nós foi torturado, supliciado e morto na cruz está em Levítico, Capítulos 18 e 20, respectivamente, nos Versículos 22 e 13. Nossa Carta Magna, também límpida e taxativa, afirma que o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Indago: que poder paralelo é este, de tamanha força, que usa o legado do povo, o dinheiro do povo e o nome do próprio povo para a promoção de tanta iniqüidade?

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