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ARRÁBIDA E SINTRA: DOIS EXEMPLOS DE TECTÓNICA PÓS-RIFTING DA BACIA LUSITANIANA - page 1 / 27

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J. C. Kullberg, P. Terrinha, J.Pais, R. P. Reis & P. Legoinha (2006) – Arrábida e Sintra: dois exemplos de tectónica pós-rifting da Bacia Lusitaniana. In Geologia de Portugal no contexto da Ibéria (R. Dias, A. Araújo, P. Terrinha & J. C. Kullberg, Eds.). Univ. Évora, pp. 369- 396.

ARRÁBIDA E SINTRA: DOIS EXEMPLOS DE TECTÓNICA PÓS-RIFTING DA BACIA LUSITANIANA

  • J.

    C. Kullberg(1), P. Terrinha(2), J Pais(3), R. P. Reis(4) P. Legoinha(3)

    • (1)

      Dep. Ciências Terra (FCT/UN Lisboa); Centro Inv. Geociências Aplicadas, Qta. Torre, 2829-516

Caparica

  • (2)

    INETInovação, Geologia Marinha, Estrada da Portela, Apt. 7586 – Zambujal, 2720-866 Amadora, LATTEX

  • (3)

    Dep. Ciências Terra (FCT/UN Lisboa); Centro Est. Geológicos, Qta. Torre, 2829-516 Caparica

  • (4)

    Dep. Ciências Terra (FCT/Univ. Coimbra) e Centro Geociências, Lg. Marquês Pombal 3000-272 Coimbra

jck@fct.unl.pt, pedro.terrinha@ineti.pt, jjp@fct.unl.pt, penareis@dct.uc.pt, pal@fct.unl.pt

I. INTRODUÇÃO

A Cadeia da Arrábida é a estrutura morfotectónica orogénica, constituída por empilhamentos de cavalgamentos, mais ocidental de todo o orógeno alpino da área emersa da placa litosférica Eurásia. Atentando apenas nos relevos orogénicos alpinos da área emersa de Portugal, as suas estruturas e morfologia tornam-na no mais elegante exemplo de tectónica orogénica alpina em Portugal (fig. 1a).

A Serra de Sintra constitui um relevo associado à intrusão do Complexo Ígneo de Sintra de idade neo-cretácica e ao cavalgamento frontal de idade cenozóica, com vergência para Norte que se estende desde as proximidades do rio Tejo, passando pela base da vertente norte da Serra de Sintra, continuando mar adentro (fig. 1a).

Fig. 1a – Mapa estrutural esquemático da região Arrábida – Sintra.

Abreviaturas da legenda: J- Jurássico, K- Cretácico, CVL- Complexo Vulcânico de Lisboa, P- Paleogénico, N- Neogénico, R- Recente, A- Cavalgamento, B- cavalgamento cego, C- Cavalgamento inferido, D- anticlinal, E- sinclinal. Abreviaturas do mapa: FA- Falha da Arrábida, FBT- Falha do Baixo Tejo, ZFRE- Zona de Falha Cabo da Roca-Cabo Espichel, CIS- Complexo Ígneo de Sintra, FSPN- Falha de Setúbal- Pinhal Novo, CS- Cavalgamento de Sintra, (1) e (2)- falhas normais sin-sedimentares (Kimeridgiano e Bajociano, respectivamente).

Fig. 1b - Estruturas morfotectónicas da orogenia alpina na Península Ibérica, noroeste de África e região do limite de placas África-Eurásia. A- 1, Montanhas do Atlas; 2, Cordilheira Rif; 3, Cordilheira Bética; 4, Prisma acrecionário do Golfo de Cádis; 5, Bacia do Guadalquivir. B- 1, Banco do Gorringe; 2, Planalto de Marquês de Pombal; 3, Banco de Guadalquivir; 4, Montes de Avis; 5, Serra de Arrábida; 6, Serra de Sintra; 7, Esporão da Estremadura.

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