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Capítulo 1 – A gravação óptica

Óptico vs. magnético

Enquanto a gravação magnética tem acompanhado a electrónica de consumo desde há décadas e continua hoje a ser a base fundamental do armazenamento nos computadores pessoais, através dos discos rígi- dos, a gravação em discos ópticos é uma novidade relativa.

Para entendermos o que está em causa na gravação óptica e quais as suas vantagens (e desvantagens), vale a pena lembrar alguns dos prin- cípios da gravação magnética tal como é usada nos discos rígidos dos computadores, que continuam hoje a ser a principal forma de armaze- namento de dados . *

A principal vantagem dos discos rígidos, e do armazenamento magné- tico em geral, é a facilidade com que os dados podem ser escritos, apa- gados e reescritos.

As unidades de disco rígido são constituídas, como o próprio nome sugere, por um ou mais... discos rígidos construídos a partir de alumínio ou vidro especial revestidos de material magnético.

A informação é lida, escrita e reescrita através de uma “cabeça” especial que “sobrevoa” os discos sem nunca chegar a tocar neles – ao contrário do que acontece num gravador de fita magnética, por exemplo, em que existe contacto físico entre as cabeças de gravação/ leitura e a superfície da fita.

A grande velocidade de escrita e acesso aos dados é assegurada pelo facto de, uma vez em funcionamento, o disco rígido girar a uma veloci-

*

Nos final dos anos 80, quando Steve Jobs foi forçado a abandonar a Apple,

de que tinha sido fundador, lançou um computador (o NeXT) cuja única forma de armazenamento de dados consistia num disco magneto-óptico amovível. Contudo, a baixa velocidade de acesso aos dados obrigou a que rapidamente os NeXT passassem a ter um disco rígido convencional.

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