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CAPÍTULO 1: A GRAVAÇÃO ÓPTICA

No caso da duplicação industrial (ver capítulo 18), a informação é inscrita em cada um destes discos através de um processo de prensa- gem; no caso dos gravadores domésticos, a informação é impressa no substrato do disco (CD-R ou CD-RW) através de um raio laser de fraca potência.

Os CDs destinados à gravação doméstica são igualmente fabricados em policarbonato mas sem quaisquer depressões na sua superfície. Olhando para o lado do CD oposto ao rótulo (a parte que é lida e passível de ser escrita) temos o policarbonato, uma camada orgânica corante fotossensível (dye) e, por cima desta e antes do rótulo, uma camada metálica (normalmente é usado um metal precioso, como a prata ou o ouro, em vez do alumínio) reflectora completamente lisa.

As diversas cores que são exibidas por diferentes marcas e tipos de CD-R e CD-RW são fruto da conjugação da cor da dye com a cor do reflector usado (um artigo interessante sobre este assunto pode ser consultado em http://www.cdmediaworld.com/hardware/cdrom/ cd_dye.shtml).

Quando o disco está virgem, a camada fotossensível é translúcida e a luz pode atravessá-la e ser reflectida pela camada de alumínio que está por detrás dela. O processo de gravação é realizado fazendo incidir um feixe de laser nos locais onde se pretende gravar dados, um processo que transforma as zonas atingidas em pontos opacos (por oposição a translúcidos). No momento da leitura, a diferença entre as zonas opacas e translúcidas simula assim as depressões existentes na gravação in- dustrial e que constituem o padrão da gravação digital.

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